calar. ou então contar para sempre.
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
afinal
o frio fininho da aurora em parelha com a cor esbatida do céu trazem a novidade do dia, que é o dia, os dias são sempre novos por mais que cheirem a velhos, e a azáfama de um pensar tranquilo: afinal ontem não morri.
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