calar. ou então contar para sempre.
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
estávamos no meio do monte e começamos a ouvir um assobio melodioso e perfeito. olhei para baixo, para ela, e fiquei na dúvida se se tratava de um rouxinol ou de um cd. era um velho simpático e cheiinho de boa disposição matinal a assobiar assim:
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